6.10.09
"O segredo do gênio é levar o espírito da criança até a velhice"
“Surfando para sempre”
Texto de Tito Rosemberg.
Quanto mais encontro surfistas de longa data, mais percebo o que todos tem de similar: o amor pelas ondas não os impede de ter outros interesses na vida.
Um dos mais antigos surfistas e shapers americanos, Bob Cooper, que vive na Austrália desde 1969, e com quem tive o prazer de viajar pela Europa em busca de ondas, disse que surfar para ele era uma situação menor, e que outros interesses o mantinham atento e atualizado. Outro mito da história do surf, o californiano Mickey Dora, que hoje vive em Guethary, na França, também já disse a este respeito que “quando tem onda eu sou surfista, quando não tem onda eu faço outras coisas”.
Não há nada mais importante na vida de uma pessoa do que diversificar seus interesses. E não há nada mais triste do que um surfista brocha porque as ondas não estão acontecendo.
Se o amor pelo surf torna-se a única razão para viver, corremos o risco de não deixarmos abertas as “portas da percepção”, e com elas fechadas paramos de aprender. E se não aprendemos mais nada, estagnamos, nosso espírito morre, mesmo se nossos corpos continuam aí, dirigindo carros ou empresas, como se estivéssemos vivos.
Acho que as pessoas verdadeiramente educadas nunca se formam, pois estão em constante estado de aperfeiçoamento e nunca receberão um “diploma”. Pegar onda muito bem, e todos os dias, pode ser apenas uma fase da vida.
Os verdadeiros “soul surfers”, ou surfistas de alma, não param nunca. Podem até pegar onda apenas algumas vezes por ano, mas nunca entregam os pontos, nunca “encaretam”. E nesta longa trajetória que venho percorrendo, com 36 anos de surf nas costas, venho percebendo com tristeza que muitos surfistas excepcionais, verdadeiros talentos, desaparecem das ondas depois de uma época.
Quando comecei a surfar, poucos brasileiros continuavam praticando esportes depois de entrar na universidade ou casar. Anos depois, morando na Califórnia, notei pela primeira vez que pessoas com 40, 50 e até 60 anos de idade, continuavam pegando onda, mesmo sendo obrigados a usar roupa de borracha, o que torna tudo mais cansativo. No Brasil de então deveria haver uma meia dúzia de gatos pingados que continuavam surfando depois dos 40.
Como até hoje pouco mudou nas praias brasileiras, acho que para nós tudo era competição, e que para a imensa maioria dos meus companheiros de areia e onda, quando não tínhamos mais chances de sermos campeões mundiais, ou pelo menos ser o melhor de nosso “point”, partíamos em busca de outros esportes como asa delta ou vela, gatas, casamento, família e bons empregos. E que tudo isso envolvia abandonar a praia, as ondas, os velhos amigos do pôr do sol, e recomeçar tudo de novo, pois agora “já havíamos crescidos”. Que bobeira!
Porque a universidade nos impede de surfar? Porque o casamento tem que ser o fim da praia com os amigos? Porque o emprego fixo significa não mais continuar na busca da onda perfeita? Porque não pegar onda casado, com filhos e interessado em outras atividades e trabalhando sério?
Depois de muitos anos de praia, temo que para muitos de nós dentro do mar, pegar onda seja apenas um ritual de passagem, uma atividade que se faz durante uma época restrita, entre a adolescência e o mundo adulto. Que desperdício e que tôca!
Em outros países pega-se onda mesmo com 80 anos de idade. Na ilha de Jersey, na Inglaterra, fui juiz de um campeonato de surf onde havia uma categoria só para aqueles que haviam começado a surfar depois dos cinqüenta anos de idade, e como os coroas curtiam! Na praia os garotinhos encorajavam os velhos competidores gritando: “Dá-lhe vovô! Vamos lá vovô! E eram todos netos de verdade dos surfistas que faziam suas manobras na água congelante do Canal da Mancha.
Na Califórnia, na Inglaterra, na França ou na Austrália, em qualquer dia de onda pequena ou grande, muitos, se não a maioria dos surfistas, são caras com mais de 40 anos de idade, com família, trabalho e responsabilidades mil.
Qual a diferença entre eles e nós brasileiros?
Acho que nós somos muito exibicionistas, e que só nos interessa pegar onda enquanto podemos impressionar nossos amigos ou as gatas na praia, ou enquanto temos chance de sermos campeão de alguma categoria. Uma vez que nossa competitividade esbarra com a realidade de que a maioria de nós nunca vai ganhar nem uma bateria, quanto mais um campeonato (eu, por exemplo, nunca ganhei nada, mesmo depois de mais de 3 décadas de ondas), perdemos o tesão, nos desinteressamos e partimos em busca de novos desafios. Bobeira!
O surf pode ser praticado até o último dia de nossas vidas. Aliás, o verdadeiro surfista deve continuar surfando, mesmo se a barriga atrapalha, ou se os braços já não são os mesmos, pois assim provamos ser verdade todo o tesão que dizíamos sentir quando pegávamos onda aos 15 anos de idade, e tentávamos fazer aquelas manobras então consideradas impossíveis.
Dentro d’água, temos que nos esquecer se estamos branquelos, não podemos levar em conta o fato de estarmos fora de forma, se nossa prancha não está na moda, ou se temos que ir para a praia com nossas mulheres e filhos.
Brasileiros adoram desafios, talvez até demais. Quem sabe nos faria um pouco de bem deixarmos de sermos tão exibicionistas e começarmos a surfar com a alma, mais do que com nossos músculos?
Hoje, quando encontro um jovem super empolgado, que só fala, pensa e faz surf, não consigo deixar de perguntar-me: até quando vai durar a paixão dele? Até o primeiro emprego? Até entrar na universidade? Até casar? Até os filhos nascerem?
Na vida não há nada mais gostoso do que a experiência. E quem permanece fiel aos ideais da juventude não corre o risco de estagnar, mas sim de evoluir. O espírito da descoberta é o verdadeiro remédio contra a caretice, a velhice azeda e o mau humor dos adultos.
Aldous Huxley, escritor e filósofo inglês que influenciou toda uma geração, já resumiu tudo numa só frase: “O segredo do gênio é levar o espírito da criança até a velhice, o que significa nunca perder seu entusiasmo”.
Amém!
De acordo com Máurio Borges: "Tito Rosemberg é de longe o surfista brasileiro mais viajado do país. Sempre com algo a dizer. Sempre com um causo para contar, uma experiência para passar."
mais informações:
http://lendasdosurf.blogspot.com/2008/09/tito-rosemberg.html
http://www.titorosemberg.com.br/titorosemberg/
http://titobeante.blogspot.com/
23.9.09
CJ Nelson
"Kids got rad style! The boards look amazing too. Fantastic work guys!"
CJ Nelson
Este comentário foi proferido pelo CJ Nelson sobre a prancha que desenvolvi juntamente com o Lucas Búrigo: http://siebertsurfboards.blogspot.com/2009/09/100.html
Mas quem é esse CJ Nelson?
Os aficcionados por filmes de surf como eu, já presenciaram suas habilidades em vários filmes como Sprout, Another State of Mind e os mais recentes The Present, Cityfog, Fresh Fruit for Rotten Vegetables e Tales from the Black Van.
Assim como o Alex Knost e outros longboards da nova geração, CJ Nelson é contestado tanto pelo seu "estilo peculiar" e por algumas atitudes.
Independente disto, seu talento e habilidade em cima dos mais variados tipos de pranchas é inegável:
"CityFog is a new collaboration between cj nelson & steve boysen, city fog surfboards was birthed out of the back alleyways of southern California}} bringing modern technology to the classic art of wave-sliding. we have taken cj nelsons knowledge in board design, Steve's shaping expertise, combined with graphics from various talented artists around the world to bring you a new perspective on an old medium".
15.9.09
Over in brazil...
"Felipe Siebert is doing some real neat things over in Brazil, among the likes of Ciro Bicudo and Jair Bortoleto. Love seeing beautiful photos such as this; a bike, a board, and a beautiful broad. The work Felipe is producing is definitely one of a kind, a master craftsman in all forms of the word."
GiG
http://grassisgreenerproject.blogspot.com/2009/09/over-in-brazil.html
GiG
http://grassisgreenerproject.blogspot.com/2009/09/over-in-brazil.html
9.9.09
2.9.09
O destino de cada prancha
Quase todas pranchas que são fabricadas aqui na Siebert são encomendas de clientes. Sendo assim, ao montar e fazer o shape, fico pensando como deve ser a pessoa que vai usa-la e que destino a mesma irá tomar.
A duas semanas atrás enviei uma 9'6" Classic para o Fábio Amicci, um cliente que não conheço pessoalmente, apenas troquei uma meia dúzia de emails e um ou outro telefonema, como na maioria dos casos, pois vendo quase todas as pranchas para fora do Estado de SC, sendo 90% só para SP e RJ.
Recebi hoje o email exposto abaixo, juntamente com estas excelentes fotos:
"A primeira Siebert você nunca esquece". Essa foi a minha impressão ao pegar minha Siebert 9'6.
Fiquei muito feliz ao abrir a embalagem da empresa que fez a entrega da minha Siebert 9'6 e encontra-la, brilhando, lisinha, linda, impecável etc etc etc.
O mais engraçado foi a pergunta da minha mulher ao ver a prancha(que também pega onda): VOCE VAI PASSAR PARAFINA NELA?
O mais doloroso foi que no final de semana seguinte a entrega não pude ir pra praia uma vez que moro em são paulo e costumo pegar onda em Itamambuca + ou - 265 km da porta de minha casa em SP ate a areia.
Mas o mais emocionante foi que no final de semana do dia 29/08 dia do meu aniversário eu coloquei-a na água sagrada pela primeira vez.... ou salgada para muitos. O mar não estava perfeito, nem liso, mais rolavam esquerdas e direitas que faziam a cabeça dos poucos que ali pacientemente esperavam, e eu era um deles.
Felipe a prancha realmente é mágica, bem diferente da minha 9'6 noserider (OZ) tem uma troca de borda impressionante. Não achei ela pesada, pelo contrario, comparando com minha 9'4 ela é mais leve, tive um pouco de dificuldade de me estabilizar no bico, mais acredito que é uma adaptação, em fim "A PRIMEIRA SIEBERT VOCE NUNCA ESQUECE"
Tenho alguns registro da minha primeira queda.
obs.: A minha esposa também testou e aprovou, rsrsrsrs
Grande abraço
Fabio Amicci





Fico montando cada uma delas, pensando que destino ela vai ter... e esta, não poderia estar em melhores mãos...
Outras fotos desta prancha: http://siebertsurfboards.blogspot.com/2009/08/96-classicconcave-e-72-fun.html
A duas semanas atrás enviei uma 9'6" Classic para o Fábio Amicci, um cliente que não conheço pessoalmente, apenas troquei uma meia dúzia de emails e um ou outro telefonema, como na maioria dos casos, pois vendo quase todas as pranchas para fora do Estado de SC, sendo 90% só para SP e RJ.
Recebi hoje o email exposto abaixo, juntamente com estas excelentes fotos:
"A primeira Siebert você nunca esquece". Essa foi a minha impressão ao pegar minha Siebert 9'6.
Fiquei muito feliz ao abrir a embalagem da empresa que fez a entrega da minha Siebert 9'6 e encontra-la, brilhando, lisinha, linda, impecável etc etc etc.
O mais engraçado foi a pergunta da minha mulher ao ver a prancha(que também pega onda): VOCE VAI PASSAR PARAFINA NELA?
O mais doloroso foi que no final de semana seguinte a entrega não pude ir pra praia uma vez que moro em são paulo e costumo pegar onda em Itamambuca + ou - 265 km da porta de minha casa em SP ate a areia.
Mas o mais emocionante foi que no final de semana do dia 29/08 dia do meu aniversário eu coloquei-a na água sagrada pela primeira vez.... ou salgada para muitos. O mar não estava perfeito, nem liso, mais rolavam esquerdas e direitas que faziam a cabeça dos poucos que ali pacientemente esperavam, e eu era um deles.
Felipe a prancha realmente é mágica, bem diferente da minha 9'6 noserider (OZ) tem uma troca de borda impressionante. Não achei ela pesada, pelo contrario, comparando com minha 9'4 ela é mais leve, tive um pouco de dificuldade de me estabilizar no bico, mais acredito que é uma adaptação, em fim "A PRIMEIRA SIEBERT VOCE NUNCA ESQUECE"
Tenho alguns registro da minha primeira queda.
obs.: A minha esposa também testou e aprovou, rsrsrsrs
Grande abraço
Fabio Amicci
Fico montando cada uma delas, pensando que destino ela vai ter... e esta, não poderia estar em melhores mãos...
Outras fotos desta prancha: http://siebertsurfboards.blogspot.com/2009/08/96-classicconcave-e-72-fun.html
23.8.09
Siebert na Driftsurfing.com: 5'8" Bortoleto Keel Fish
A Revista Drift divulga as mais progressistas, criativas e influentes perspectivas na cultura do surf, com uma visão inteligente e inspiradora, fundamentada na intersecção de surf, arte, música.
A Drift mudou do seu formato de revista para um recurso online, permitindo uma atualização constante e de fácil acesso a nível mundial.
O novo site está repleto de excelentes matérias, com o design agradável e limpo. As edições são focadas regionalmente, com intuito de criar um espaço aberto para produção criativa compartilhada, focalizando o que está acontecendo dentro e fora da água.
A revista possui uma edição Européia e uma Americana. Seus colunistas, dos mais variados lugares do planeta, estão entre as pessoas mais influentes no meio do surf, como o australiano Tom Wegener. O Brasil também tem seu representante, o santista Jair Bortoleto.
Neste mês tivemos o prazer de aparecer nas páginas da Drift com uma matéria sobre uma prancha, exclusiva, criada para o Jair Botoleto.

Esta prancha é a primeira "artist signature model" que estamos desenvolvendo, chamada Bortoleto Keel Fish. É uma Fish 5'8" com características únicas. Apresentará um trabalho de laminação pigmentada e, com a colaboração dos artistas americanos: Jesse Ledoux, indicado para o Grammy Award, e Dustin Ortiz, duas artes exclusivas para os logos que estarão presentes no deck e bottom da prancha, respectivamente.
Serão produzidos somente 20 unidades deste modelo com todas características descritas acima, numeradas de 1 a 20. As 10 primeiras pessoas a adquirirem este modelo, ganharão um presente: uma foto original (30x45cm) assinada pelo próprio Jair Bortoleto.
O valor desta prancha será exposto aqui neste blog, juntamente com as fotos, assim que este primeiro exemplar estiver pronto.
Caso seja do seu interesse reservar uma destas antes mesmo do lançamento, entre em contato através do email: contato@siebertsurfboards.com.
Veja a matéria original em: http://driftsurfing.com/blog/?p=1058
www.driftsurfing.com
A Drift mudou do seu formato de revista para um recurso online, permitindo uma atualização constante e de fácil acesso a nível mundial.
O novo site está repleto de excelentes matérias, com o design agradável e limpo. As edições são focadas regionalmente, com intuito de criar um espaço aberto para produção criativa compartilhada, focalizando o que está acontecendo dentro e fora da água.
A revista possui uma edição Européia e uma Americana. Seus colunistas, dos mais variados lugares do planeta, estão entre as pessoas mais influentes no meio do surf, como o australiano Tom Wegener. O Brasil também tem seu representante, o santista Jair Bortoleto.
Neste mês tivemos o prazer de aparecer nas páginas da Drift com uma matéria sobre uma prancha, exclusiva, criada para o Jair Botoleto.

Esta prancha é a primeira "artist signature model" que estamos desenvolvendo, chamada Bortoleto Keel Fish. É uma Fish 5'8" com características únicas. Apresentará um trabalho de laminação pigmentada e, com a colaboração dos artistas americanos: Jesse Ledoux, indicado para o Grammy Award, e Dustin Ortiz, duas artes exclusivas para os logos que estarão presentes no deck e bottom da prancha, respectivamente.
Serão produzidos somente 20 unidades deste modelo com todas características descritas acima, numeradas de 1 a 20. As 10 primeiras pessoas a adquirirem este modelo, ganharão um presente: uma foto original (30x45cm) assinada pelo próprio Jair Bortoleto.
O valor desta prancha será exposto aqui neste blog, juntamente com as fotos, assim que este primeiro exemplar estiver pronto.
Caso seja do seu interesse reservar uma destas antes mesmo do lançamento, entre em contato através do email: contato@siebertsurfboards.com.
Veja a matéria original em: http://driftsurfing.com/blog/?p=1058
www.driftsurfing.com
17.8.09
9'6" Classic & 7'2" Fun





UPDATE (9'6" Classic):
"Fala Felipe. Boa tarde.
A Prancha chegou em perfeito estado. Entregaram hoje as 13:40.
Fiquei fissurado pra colocar ela na agua, mais o mar fica um pouco longe daqui e só vou pra praia sexta feira.
O line da prancha ta lindo, e nem achei ela tão pesada, tenho uma 9,4 astraliana "DIAN THOMAZ" DA SEA FOAM FLOATS DE BYRON BAY, noserider também,mas o line é um pouco diferente porém ela é mais pesada que a sua, achei isso louco.
Vou sair de Lua de mel no começo de setembro e assim que voltar vou encomendar uma outra pra minha esposa ok.
Grande abraço,
Fábio Amicci (fabio.amicci@gmail.com)"
11.8.09
Cotton Project: algo em comum?
"O conceito da Cotton Project começou a ser lapidado no verão de 2006. Seus criadores, inseridos na cultura do surf, observaram uma crescente dissonância de valores dentro do esporte. Toda rebeldia, expressão individual e o senso de comunidade presentes no surf em seu boom na década de 60, deram lugar a um esporte dominados por mega-corporações, que ditam não só moda mas também o comportamento dos surfistas. A felicidade no simples ato de surfar se transformou numa prática extremamente competitiva e regrada, cheio de normas do que pode-se ou não fazer. A Cotton Project nasce desse contexto, com o objetivo de trazer não só para o surf mas para todo um lifestyle, uma visão alternativa de uma marca, uma marca de tamanho reduzido, que acredita no “do it by yourself”, e se baseia num grupo de colaboradores, que contribuem com seu talento para a marca e acreditam nela com um meio de se comunicar com o mundo."

Apesar de estar no mercado a poucos anos, a Cotton Project está anos luz a frente de muitas marcas que já tem um nome consolidado. Tenho algumas peças da Cotton e posso dizer que é um produto de primeira linha, que tem a influência do que há de melhor em termos de arte/cultura no meio do surf.
Achei muito interessante o projeto desta camiseta (imagem abaixo), pois integra outros artistas à seus trabalhos. A arte da camiseta é do Fotografo Californiano Alberto Cuadros.

6.8.09
Tommy Guerrero, Ciro Bicudo and the Siebert t-shirt...
Meu amigo Ciro (Organik World) e o músico/ex-skater Tommy Guerrero*, ambos integrantes do festival Alma Surf 2009, nesta foto publicada no blog Grass is Greener.
Ciro é uma das gratas revelações no mundo das artes ligadas ao surf no nosso pais. É um dos grandes talentos que apóia o trabalho que desenvolvemos aqui na Siebert. Recentemente, Ciro criou a arte de uma das camisetas dos nossos amigos da Almond Surfboards (Califórnia, US).
Dave Allee (Shaper da Almond Surfboards)http://lifeisjustswell.blogspot.com/2009/07/ciro-bicudo-aka-organik.html
*Tommy Guerrero was one of the prominent members of the Bones Brigade, Powell Peralta's* professional skateboarding team that dominated the 1980s. After his success in the world of skateboarding, he moved on to his second passion - music. Guerrero was a member of the skate rock band Free Beer and the experimental group Jet Black Crayon, but has had more success as a solo artist.
31.7.09
Assinar:
Postagens (Atom)





